terça-feira, 8 de julho de 2008

Sorriso de bebê tem efeito de droga na mãe, sugere estudo

Ver o filho sorrindo afeta áreas do cérebro ligadas a recompensa e prazer.

BBC Brasil

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que o sorriso de um bebê pode provocar na mãe uma reação de prazer semelhante a que se obtém com o uso de drogas.

A equipe de especialistas, do Texas Children's Hospital, realizou uma experiência com 28 mães de primeira viagem, cujos filhos tinham entre 5 e 10 meses de idade.

As voluntárias foram submetidas a exames de ressonância magnética enquanto olhavam fotografias de seus próprios filhos e de crianças desconhecidas.

Algumas fotos mostravam as crianças sorrindo, enquanto outras revelavam expressões neutras ou de tristeza.

O exame mostrava o fluxo sanguíneo nos cérebros das mães e as áreas cerebrais mais ativadas na medida em que elas olhavam as fotos.

DopaminaOs cientistas verificaram que ao ver imagens de seus filhos sorrindo, áreas do cérebro associadas à recompensa e prazer ficaram "ligadas" ao mesmo tempo em que observaram o aumento da produção da substância química dopamina.

A dopamina estimula o sistema nervoso central, produzindo adrenalina, e está por trás da dependência em jogo, álcool e drogas.

"Estas são as mesmas áreas que foram ativadas durante outros experimentos ligados a dependência de drogas", disse o coordenador da pesquisa, Lane Strathearn.

A força da reação cerebral variava com a expressão facial dos bebês, acrescentou Strathearn.
Os cientistas verificaram maior atividade cerebral quando as mães viam as fotos de seus filhos sorrindo. Ao ver expressões de tristeza em seus bebês a reação do cérebro era bem menor.

Os pesquisadores também observaram poucas diferenças entre as atividades cerebrais das mães quando viam fotos de seus bebês chorando e suas reações ao ver imagens de crianças desconhecidas chorando.

Os especialistas afirmam que o estudo, divulgado na publicação científica Pediatrics, pode explicar a forte ligação entre mães e filhos.

"A relação entre mãe e filho é crucial para o desenvolvimento da criança e algumas vezes essa ligação não se constrói normalmente", disse Lane Strathearn.

"Negligência e abuso podem resultar em efeitos devastadores para o crescimento da criança", completou o pesquisador.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Grávidas registram novas formas em ensaios fotográficos


Fotógrafos especializados oferecem ensaios voltados para gestantes.Laboratórios optam por fotografar grávidas a fim de montar banco de imagens.

Agência Globo

A gestação é um momento único na vida de toda mulher, mas depois de nove meses de muita ansiedade e mudanças no corpo, há quem sinta um certo vazio com a ausência da barriga. Para eternizar essa etapa tão importante e registrar cada detalhe das formas da "futura mamãe", fotógrafos especializados oferecem ensaios voltados especialmente para gestantes.

Há, também, laboratórios que optam por fotografar grávidas a fim de montar um banco de imagens, que costumam ser comercializadas para empresas de publicidade.

A fotógrafa Fernanda Sá, 42 anos, trabalha há 15 anos, e há 9 anos, quando teve sua primeira filha, decidiu fotografar grávidas. Ela também já esteve na frente das lentes. Em sua primeira gestação, foi fotografada por uma assistente.

Na segunda gravidez, contou com a ajuda do marido, que apesar de não ser fotógrafo seguiu passo a passo as orientações dela para realizar o ensaio. “O importante é que a mãe se sinta à vontade. É preciso criar um clima de intimidade”, diz.

“A barriga demora muito para crescer e você acaba se acostumando aos poucos com a idéia. De repente, a barriga vai embora e você fica com uma sensação de vazio. Eu adorava minha barriga, mas depois da gravidez não conseguia me lembrar de como era grávida. O ensaio é uma forma de lembrar as mudanças no corpo, como estava seu cabelo e sua pele. É um momento que marca a história de toda a família”, afirma.

O ensaioNo estúdio de Fernanda Sá, onde será fotografada durante cerca de quatro horas, a futura mamãe chega sozinha. No estúdio ela se prepara, é maquiada e tem auxílio para escolher as roupas que vai usar no ensaio. “No começo elas ficam muito tímidas, mas aos poucos a gente esconde as partes do corpo que ela menos gosta, ressalta as que ela gosta mais, e ela fica mais descontraída e confiante”, diz.

No fim do ensaio chegam o marido e outros eventuais filhos, que também são fotografados ao lado da mamãe e da barriga. Depois que nasce o bebê, o recém-nascido também é clicado.

Segundo a fotógrafa, a maior dificuldade é captar a essência da mamãe, que não está acostumada a fotografar. “As primeiras reações que assisto quando começo a fotografar e mostro as fotos para elas ainda na câmera digital é ‘nossa, que barriga enorme’. Parece que elas não se dão conta da gravidez”, diz Fernanda.

O ideal é fotografar a grávida entre a 30ª e a 32ª semana de gestação. “É uma fase em que ela já está com a barriga grande”, diz. É possível também fazer o ensaio em três fases, no 4º, no 6º e no 8º mês de gestação.

Segunda gravidezA designer gráfica Patrícia, que preferiu não revelar seu sobrenome, tem 34 anos e optou pelo ensaio fotográfico em sua segunda gravidez. Segundo ela, quando teve sua primeira filha, hoje com 6 anos, álbuns de gestantes não tinham tanta repercussão e era mais incomum achar profissionais que fizessem esse tipo de trabalho.

“Foi muito engraçado fazer as fotos porque, por minha profissão, estou acostumada a estar ao lado do fotógrafo, cuidando da produção. Foi muito divertido. No começo eu estava travada, mas devagar fui entrando no clima e adorei”, afirma.

Banco de imagem A fotógrafa Kátia Ventura, 36 anos, trabalha com mulheres gestantes desde 1994. “Faço parte de uma equipe de fotógrafos que faz esse tipo de trabalho. Nosso foco mesmo é fazer banco de imagens, mas também recebemos pedidos de mulheres que querem fazer o book da gravidez”, disse.

A auxiliar de laboratório Adriana Quintino, 29 anos, trabalha com fotografia no mesmo estúdio de Kátia e também aceitou ser fotografada quando estava grávida, há nove meses. “A gravidez é um momento único, que passa muito rápido e dá muita saudade. A fotografia serve para marcar esse momento para a eternidade.”

Serviço
Um álbum completo, com 40 fotos produzidas no tamanho 12x18, custa R$ 1,6 mil. É possível optar por pacotes menores. As futuras mamães devem contratar os serviços de Fernanda Sá por volta da 25ª semana de gravidez. E-mail:
contato@fernandasa.com.br
Tel.: (11) 5093-0713/9864-3235

Outra opção, com menos fotos, é oferecida pela equipe da Fotolab. O álbum tem seis fotos no tamanho 24x30 e sai por R$ 145. E-mail:
fotolab@fotolab.com.br
Tel.: (11) 3685-3285

sábado, 7 de junho de 2008

Signos podem ajudar a acertar no presente de Dia dos Namorados

Astros revelam gostos do parceiro e são boa ferramenta para o autoconhecimento.
Signo e ascendente podem influenciar também na escolha do pretendente.

Agência Globo

Os signos podem ser uma referência na hora de escolher o presente certo para o Dia dos Namorados. Por trazerem características significativas da personalidade da pessoa, os astros podem revelar os gostos do parceiro e são uma boa ferramenta, inclusive, para o autoconhecimento.

Segundo a astróloga Sandra Perin, o ascendente de seu namorado ou namorada também pode influenciar seus gostos. “O ascendente pode influenciar muito na escolha do namorado, por isso, conhecer seu mapa astral é essencial para traçar algumas possibilidades de relacionamento mais sólido”, afirma.

Para quem é de gêmeos, o signo deste mês, Sandra sugere livros, roupas esportivas ou um DVD com as músicas de que o presenteado mais gosta.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Participação de avós em educação beneficia crianças, diz especialista

BBC Brasil

Crianças crescem mais felizes e ajustadas quando os avós desempenham um papel importante em sua educação, segundo um estudo realizado por cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
A coordenadora do estudo, Ann Buchannan, disse que a proximidade entre netos e avós é benéfica para as crianças e cada vez mais comum diante da atribulada rotina de trabalho dos pais.

"O que foi especialmente interessante foi identificar a ligação entre a presença dos avós e o bem-estar das crianças", disse Buchannan. "E só proximidade não basta; apenas os avós que participaram de verdade na educação é que provocaram um impacto positivo em seus netos", afirmou a pesquisadora.

Divórcio Os pesquisadores acompanharam mais de 1.500 crianças e adolescentes de 11 a 16 anos cujos avós substituíam os pais na realização de algumas tarefas diárias.

Eles observaram que os avós foram muito importantes ao ajudá-los a superar dificuldades do dia-a-dia, como implicância de colegas da escola, aconselhá-los sobre qual universidade escolher e planejar o futuro.

A pesquisa apontou também que os avós podem ajudar as crianças a superar traumas, como o divórcio dos pais. "Em época de separações dos pais, muitos avós desempenharam um papel importante ao trazer conforto aos netos e estabilidade a toda a família", disse Eirini Flouri, do Instituto de Educação de Londres, que participou do estudo.

De acordo com o trabalho, quase um terço das avós maternas tomam conta dos netos regularmente no Reino Unido e quatro em cada dez o fazem esporadicamente.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Dicas sobre o que pega bem e o que pega mal na hora do abraço


Gesto demonstra afeto e carinho, mas deve ser usado nos momentos adequados.

Consultor de etiqueta comenta o que é mais indicado para cada situação.

Agência Globo

Nesta quinta-feira (22) é comemorado o Dia do Abraço. O gesto demonstra afeto e carinho, mas deve ser usado nos momentos adequados. O G1 conversou com o consultor de etiqueta Fábio Arruda para saber como evitar situações inconvenientes.

“Brasileiro tem mania de querer ser caloroso, mas é preciso lembrar que ninguém vai ser elegante, se não for apropriado”, diz Arruda. Segundo o consultor de etiqueta, há quem considere o abraço invasivo. “Ao abraçar, ocorre o encontro de corpos. Muitas vezes, um beijinho – que é o simples encontrar de duas faces – é mais adequado.” No trabalho De acordo com o consultor de etiqueta, é completamente dispensável. Basta um aceno, um cumprimento por meio de olhares. “Essa mania de querer ficar dando abraços individualmente é desnecessária e faz com que a pessoa perca bastante tempo.”

Em casamentos

Segundo Arruda, a idéia de abraçar a noiva é um absurdo. “As pessoas não se contentam em apenas abraçar. Fazem afagos, pegam no cangote, encostam além da conta. Elas esquecem que a noiva está com um vestidão, gastou um tempo danado fazendo o penteado e maquiagem. Temos que ter consideração e não desmontá-la.”

Em velórios

O consultor de etiqueta considera que o abraço pode valer mais do que mil palavras. “Seguido de um olhar, esse gesto pode ser melhor do que qualquer coisa que você venha a dizer neste tipo de situação.”


Calorosos e efusivos

Manifestações de afeto calorosas, efusivas, por meio de abraços apertados valem para aniversários, reencontros e comemorações. No entanto, não se deve esquecer o grau de intimidade com a pessoa.
“Muita gente se acha íntima de todo mundo, mas nem sempre o mundo se considera seu íntimo. É realmente necessário saber discernir entre aqueles que querem ser abraçados. Um abraço não-correspondido é o mesmo que alguém te dar as costas”, diz Arruda. Amizades perigosasAmigos estão liberados para abraçar. No entanto, é fundamental que exista respeito quando o outro estiver acompanhado pelo cônjuge. Apoiar-se no alicerce de que “somos apenas bons e velhos amigos” não é uma tática válida. Primeiro, porque o (a) acompanhante pode não achar a mínima graça, no (a) amigo (a) esbanjando afetuosidade.

“Nessa hora, também vale o jogo de cintura. A pessoa deve deixar claro que está acompanhada, sem perder o bom humor. Tem muitos caras e meninas que chegam abraçando por pura questão de provocação. O respeito não deve ser deixado de lado”, afirma o consultor de etiqueta.

Ex

Assim como o amigo, o ex também pode causar saia-justa, ainda mais quando quer tentar uma reaproximação. Se a pessoa já estiver em outra, o melhor é se afastar. “Não se abraça pessoa acompanhada”, diz Arruda.

Primeiro encontro Seguindo o critério de que você deve abraçar pessoas com quem já tem o mínimo de intimidade estabelecida, a recomendação é não abraçar logo no primeiro encontro, com os sogros, por exemplo.

“Caso sua sogra for te abraçar, retribua. Se ela está demonstrando afeto, nada pior que ignorar”, afirma Arruda.

Cantada

Segundo o consultor, muitas pessoas usam o abraço como forma de demonstrar segundas intenções. Dessa forma, acabam apelando para o abraço-agarro, que costuma ser mais apertado. “Depois de uma terceira tentativa, se a pessoa não conseguir o que pretende, é bom partir para outra tática”, diz.


Casais

Casais apaixonados devem ter bom senso. O hábito de andar abraçados não é conveniente em qualquer lugar. “Por exemplo, em um parque espaçoso não há problema, mas em um shopping lotado no fim de semana, os casais andando abraçados parecem querer formar uma nova Muralha da China. Eles podem fazer o favor de se desgrudar para liberar a circulação.”


Virtual

Muitas pessoas têm mania de terminar o e-mail com a palavra “abraço” ou a versão econômica “abs”.
“Você só deve escrever ‘abraço’ se é uma pessoa que você realmente abraçaria no mundo não-virtual. Caso contrário, não escreva”, diz Arruda. Na opinião dele, a linguagem virtual não é bem-vinda. Nada de ‘bjs’, ‘abs’, ‘att’.

Despedida

Na hora de se despedir em eventos em que há muita gente, não é fundamental se despedir de um por um. Mas, segundo o consultor de etiqueta, não é nada elegante falar em voz alta “Tchau, gente. Aquele abraço. Tudo de bom, hein?!”. Para Arruda, basta falar tchau. “Se você decidiu não dar abraço em ninguém, não precisa dizer algo que você não deseja fazer.”

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A nova moda é barriga negativa

Ela é reta, sem gordura e rígida, mas sem os músculos aparentes da famosa "tanquinho"
Agência Estado

Depois da barriga tanquinho, agora é a vez da barriga negativa. A primeira, marcada pelos gomos aparentes, talhados por suados exercícios de hipertrofia, vem perdendo lugar na preferência das mulheres, que se esfalfam nas academias para terem o abdome de modelos como Gisele Bündchen e Raica. A barriga deve, sim, ser forte, mas reta, sem nenhum vestígio de gordura, tanto que o estômago chega a se curvar um pouco para dentro - daí o nome de barriga negativa.

"Hoje as mulheres desejam uma aparência mais feminina", diz Saturno de Souza, de 42 anos, diretor da Bio Ritmo Academia. "Se você fala em hipertrofia, ou seja, de treinos com anilhas e pesos, as alunas querem sair correndo." E não é por causa do esforço.

"Faço academia cinco vezes por semana. Meu treino é puxado. Corro na esteira e faço abdominais três vezes por semana, e musculação e alongamento, todos os dias", diz a estudante de Fisioterapia, Caroline Quaglio, de 21 anos, que treina para ter a barriga negativa. "Dou duro, mas não quero barriga musculosa como a de homem."

Os exercícios aeróbios - correr, andar de bicicleta ou nadar - são importantes no processo. "Por uma questão genética, a mulher tem mais gordura do que o homem", diz Mauro Guiseline, diretor do Instituto de Pesquisa Runner. "A dica é praticar algum exercício aeróbio de três a quatro vezes por semana, mas sempre alternando o treino. Num dia, o ritmo é mais intenso, no outro, mais relaxado. Se quiser um resultado rápido, pratique todos os dias."

ALIMENTAÇÃO
É necessário controlar a quantidade e a qualidade da comida no prato. "A primeira medida é diminuir a ingestão de carboidrato, que preferencialmente deve ser ingerido meia hora antes do treino", diz Guiseline. "Nessa hora, o carboidrato ajuda: dá mais energia para o treino e não engorda. Mas nem pensar em comer pão de queijo ou outros alimentos de farinha branca. Eles se transformam em açúcar muito rápido. Prefira produtos integrais."

Os especialistas evitam usar a palavra dieta para que os alunos não pensem em regimes malucos à base de atum e batatas, por exemplo. "Quem treina precisa comer bem. E isso quer dizer ingerir fibras, vegetais, carnes magras e fruta, desprezando a gordura, sempre que possível", explica Guilherme Moscardi Monteiro, coordenador do departamento aquático da Reebock Sport Club, da Vila Olímpia.

Na hora de fazer os abdominais específicos (leia quadro de dicas), é fundamental tomar cuidado com a forma de executá-los. "Praticar abdominais com a respiração bloqueada, com apnéia, é um erro freqüente. O efeito é contrário, e a barriga fica dilatada", diz Souza.

Os trabalhos chamados de bodymind também são indicados. "Entre eles, o pilates, que exercita o assoalho pélvico, um conjunto de músculos que segura intestino e vísceras", diz Fernando Recco, de 44 anos, um dos sócios da Academia Pilates Studio Fit. "Abdome é a base para a execução de praticamente todos os exercícios do pilates. Isso quer dizer que, mesmo quando você exercita o braço, de tabela trabalha a barriga."

DICAS
Abaixo, o professor Mauro Guiseline indica 5 tipos de abdominais, executados sempre em três séries de 20 repetições, intercalados com descansos de 45 segundos. Já nos exercícios de isometrias é mais importante a permanência (de 20 segundos) do que a repetição (de 3 a 5).

1. Deitado num colchonete, com as pernas flexionadas, eleva-se o tronco com as mãos cruzadas atrás da cabeça. É o abdominal mais básico

2. Este é igual ao básico, mas com rotação do tronco na subida. O cotovelo direito vai em direção ao joelho esquerdo e o cotovelo esquerdo em direção ao joelho direito (3 séries para cada lado)

3. O tronco fica fixo no chão. Puxam-se os joelhos em direção ao abdome, tirando o quadril do colchonete. As pernas voltam flexionadas para o chão

4. A prancha é exercício de isometria. Com a barriga para baixo, apóiam-se os dois antebraços, estendendo-se as pernas, apoiadas nas pontas dos dedos dos pés. Fique assim por 20 segundos.

5. Para a prancha lateral, fique de lado. Eleve o corpo, apoiando o peso no antebraço e nos pés. Permanência de 20 segundos.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Novo método de emagrecimento visa o lado emocional

Verônica Pacheco

Obesidade: atualmente descrita como uma doença ou causadora de. Infelizmente, a recíproca é verdadeira. Cada vez pesquisas comprovam que a obesidade é a grande causadora de sérios problemas para as pessoas.

Pressão alta, diabetes, doenças no coração e infarto, são alguns principais e preocupantes problemas que ela pode causar.

Além de efeitos físicos, o sofrimento emocional é também uma das partes mais dolorosas desse processo, principalmente pela importância que a sociedade impõe atualmente sobre a beleza do corpo: O corpo magro!

O fato é que a maioria das pessoas que sofrem com problemas de peso já passaram pela clássica situação do efeito sanfona, criando assim uma questão fatal: porque será que é tão difícil manter-se magro?

A resposta para isso vem de um importantíssimo fator. Todo um comportamento alimentar envolve questões físicas e emocionais, sendo um dos mais difíceis de mudar, contribuindo desta forma, com os freqüentes fracassos das dietas.

Hoje, existem métodos especializados para esse tipo de readaptação. O programa de Reeducação Afeto-Cognitivo do Comportamento Alimentar (o RAFCAL) é um tratamento personalizado para atender aos aspectos comportamentais relacionados ao sobrepeso e obesidade.

De acordo com a psicóloga Silvia Luciana Kotaka, o foco desse programa é o emocional, onde o próprio paciente se tornará autor de seu emagrecimento, aprendendo a se responsabilizar pelo processo e deixar de pensar que é a gordura que se apropria dele, sem que ele seja sujeito disso.

Com isso, a idéia é que a pessoa crie um comportamento magro, em que ela não utilize de comida para compensar sentimentos – como o cansaço, estresse, solidão, raiva, entre outros – sejam eles bons ou maus.

Luciana ainda exemplifica: "Muitas pessoas não colocam seus sentimentos para fora, e acabam engolindo tudo o que vêem pela frente, pela necessidade de sentir-se aliviada, compensada, feliz. Partindo desse ponto, a psicologia pode contribuir para que as pessoas emagreçam, visando que nesse programa o principal fator é o lado emocional.

Serviço: Silvia Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica – CRP-08/06502-1
Endereço: Rua Desembargador Otávio do Amaral, 457 - Champagnat
Telefone(41) 3206-6717 / 9113-1212
Email:lucianakotaka@uol.com.br